Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
"Poeminha Amoroso"
Cora Coralina
sábado, 3 de dezembro de 2011
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida a minha face?
Cecília Meireles
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida a minha face?
Cecília Meireles
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
SOU...
Palavras
Idéias
O mar maior
O mal maior
Melhor, menor
Mar e mote
Mal remonte
Mar, ar e monte
Gota
de mar, de ar
Gesto
de ar, de mar e monte
Sou...
Tarso do Amaral
Idéias
O mar maior
O mal maior
Melhor, menor
Mar e mote
Mal remonte
Mar, ar e monte
Gota
de mar, de ar
Gesto
de ar, de mar e monte
Sou...
Tarso do Amaral
quarta-feira, 21 de julho de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sábado, 26 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
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